
Foto: Norwegian Seafood Council | Reprodução
A seleção norueguesa viralizou nas redes sociais por ter levado cerca de 1 tonelada da alimentos do próprio país para os Estados Unidos.
Entre os itens transportados estavam:
🐟 300 kg de salmão do Atlântico e outros peixes
🧀 116 kg de queijo marrom norueguês
🍊 6.000 laranjas
Além disso, levaram três chefs de cozinha do país para prepararem os alimentos.
O chef principal deles acompanha a equipe há 35 anos, e levou, inclusive, equipamentos novos e até espremedores de laranja.
Tudo isso para manter a alimentação dos jogadores o mais próxima possível da rotina adotada no país e reduzir ao máximo as variáveis que pudessem afetar o desempenho esportivo.
Mas será que precisa de tudo isso? 🤔
As leis alimentares europeias e americanas são muito diferentes. Algumas substâncias, como bromato de potássio e dióxido de titânio são proibidas em diversos países da Europa, mas legais nos EUA.
Em outras palavras, os dois sistemas regulatórios usam critérios diferentes para avaliar riscos e definir quais ingredientes podem ser utilizados.
Em geral, a União Europeia costuma aplicar com mais frequência o "princípio da precaução", restringindo substâncias quando existem dúvidas sobre sua segurança.
Já os EUA tendem a exigir evidências mais robustas antes de implementar restrições.
A Noruega venceu seus dois primeiros jogos e já garantiu vaga na próxima fase da competição. Agora, enfrentará a França amanhã valendo a liderança do grupo.
Será que toda essa preparação fora de campo fará diferença dentro dele?
