Black Friday sempre foi sinônimo de TV, celular e geladeira. Mas a lista de desejos do brasileiro está mudando. Um levantamento mostrou que, em 2026, o supermercado aparece em 26% das intenções de compra. A cada quatro pessoas, uma planeja usar a data pra encher a despensa.

O movimento tem dois lados:

De um, o bolso apertado: com o preço da comida pesando, o consumidor passou a esperar a data pra comprar o que já compraria.

De outro, o varejo percebeu que o carrinho do mercado tem mais giro que o eletrônico, e o iFood, por exemplo, projeta vender 60% mais nesta Black Friday, com supermercado e farmácia no centro da estratégia.

O que o brasileiro procura com desconto 🔍

Um levantamento do próprio iFood com as buscas no Google mostrou o que mais aparece junto da palavra "promoção" em comida e bebida:

  1. 🍫 Chocolate, disparado em primeiro

  2. 🍺 Cerveja

  3. 🍕 Pizza e 🥩 carne (empate)

  4. 🥛 Leite

  5. 🍬 Leite condensado

  6. 🍷 Vinho

  7. 🐟 Bacalhau

  8. ☕ Café

  9. 🥤 Refrigerante

Repare que a lista mistura indulgência (chocolate, pizza, cerveja) com despensa (leite, café, bacalhau). É a Black Friday de dois usos: a do prazer e a do mês.

O que vale estocar (e o que não vale) 🛒

A data pode ser um bom momento pra comprar o que fica caro o ano todo e tem validade longa:

✅ Azeite, café em grão, castanhas, atum e sardinha em lata, chocolate 70%, cacau em pó, temperos e especiarias.

❌ E o que não compensa: perecíveis em quantidade que você não vai dar conta, ultraprocessados (o preço é a sua saúde) e qualquer coisa sem conferir o histórico de preço, pra não cair no "metade do dobro".

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A regra é simples: Black Friday é boa pra adiantar o que você já ia comprar, não pra comprar o que nunca compraria.

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